Como potenciar a inovação interna? Dando liberdade às equipas

Como potenciar a inovação interna? Dando liberdade às equipas

De que forma António Mexia promove a criatividade e a inovação na EDP? E Ferreira de Oliveira no fundo de investimento PetroAtlantic Energy? Ou António Saraiva na CIP?

Já deu por si a pensar como é que os líderes de sucesso tomam certas medidas, motivam os colaboradores ou levam as organizações a darem aquele passo que faltava para atingirem a excelência e servirem de benchmark para os pares e de exemplo para os restantes players? Foi com esta ideia em mente que colocámos algumas questões a sete líderes nas suas áreas (no âmbito da cerimónia da 7.ª edição dos Best Leader Awards, iniciativa da consultora portuguesa Leadership Business Consulting) – cujas reações vamos comparar ao longo das próximas semanas. Hoje destacamos as respostas ao repto “como promove o pensamento criativo e a inovação na sua organização”.
Com métodos de liderar diversos e formas distintas de abordar as dinâmicas de inovação e de criatividade, há um consenso: os líderes entrevistados consideram que há que conferir independência aos colaboradores; permitir que todos aqueles qe pertencem à organização tenham liberdade, não se sintam constrangidos, se sintam bem na equipa a que pertencem e sintam que contribuem para o seu desenvolvimento. Conceito que se pode resumir com o princípio por que se rege Carlos Silva, secretário-geral da UGT - União Geral de Trabalhadores: “máxima liberdade, máxima responsabilidade”. Seguem-se as respostas dos sete líderes:

António Mexia, CEO da EDP



Ferreira de Oliveira, CEO da PetroAtlantic Energy



António Saraiva, presidente da CIP - Confederação Empresarial de Portugal



Carlos Silva, secretário-geral da UGT - União Geral de Trabalhadores



Daniel Bessa, economista



Daniel Proença de Carvalho, sócio presidente da Uría Menéndez - Proença de Carvalho



Fernando Bessa, country manager da Air France KLM Portugal



08-06-2016 


Armanda Alexandre, Vanda Batista/Portal da Liderança